Para quê casar?

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Para quê casar?

A pergunta: para quê casar? já passou quantas vezes em sua mente? Apesar das grandes mudanças ocorridas na trajetória feminina, tais como: conquistas no âmbito profissional, liberdade para escolha do estilo de vida, autonomia financeira e outras; a grande maioria das mulheres anseia por encontrar um amor que evolua para um vínculo profundo e duradouro, convergindo para uma união conjugal.

Mas afinal, para quê casar? 

1 – Casamento é uma tradição cultural  

Usualmente, por questões sociais e ou religiosas, ao se tornar adulto; o indivíduo inicia uma busca por um par para formar sua própria família.

Desde tempos remotos, nas mais diversas culturas, homem e mulher são criados, orientados e não raro conduzidos para a união matrimonial.

Em algumas, o enxoval e o dote das futuras noivas são preparados desde a infância e não conseguir um marido é uma condição desonrosa para a mulher.

2 – O medo de “ficar para titia”

“Ficar para titia” ou ser a “solteirona” da família é se sentir à margem, como alguém que sobrou… Consciente ou não, essa sentença deixa qualquer mulher frustrada em seu instinto materno, temerosa da solidão ou da responsabilidade de cuidar dos pais na velhice.

É verdade que atualmente este padrão está bastante alterado, as solteiras têm liberdade para adotar estilos de vida mais livres e prazerosos, porém, mesmo quem não admite nem para si mesma, carrega um sonho de encontrar um par que torne a vida mais plena.

3 – Encontrar alguém muito especial!

Encontrar alguém que nos toca profundamente, em quem confiamos e nos faz desejar ficar juntos para sempre é um motivo pra lá de bom!

Quem já se sentiu tomado de um sentimento de plenitude e confiança na presença de uma pessoa que nos arrebata o suficiente para desejarmos nos vincular a ela pela vida toda, sabe do que estou falando.

E quem nunca foi tomado por este sentimento por certo sonha experimentá-lo. Pode-se questionar o mito da alma gêmea ou cara-metade. 

Somos inteiros, é uma verdade (somos indivíduos completos e podemos viver sem um par, ninguém é metade de outro).

“No mundo dos relacionamentos afetivos, cedo ou tarde aprendemos, para o bem ou para o mal – e alguns mais facilmente que outros -, que, contrariamente ao que talvez um dia sentimos, podemos sim, viver sem o outro. E é saudável viver sem o outro sem jogar nas costas dele a responsabilidade de nossa vida e sem que o outro jogue sobre as nossas a responsabilidade da dele.” – Joan Garriga em “O amor que nos faz bem”

Impossível é não reconhecer que as diferenças entre homem e mulher permite que eles se complementem, e só através desta complementaridade a vida pode ser passada adiante.

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Casar significa que a vida quer seguir!

Tantas podem ser as justificativas que respondam para que nos casamos, parece simples, mas não é! Vamos refletir comigo:

Na verdade, obedecemos a um impulso atávico da humanidade que é buscar seu complemento e transmitir a vida. 

Diz a Dra. Eva Pierrakos (“Não Temas o Mal” livro que trata de um método de cura chamado patchwork), que o impulso erótico é a força mais poderosa a instigar o ser humano, propiciando experiências de grande importância no movimento evolucional.

É claro que existem importantes uniões de pares, constituições de casais e famílias em modelos diversos, com seu valor e importância. Porém, trataremos aqui da tradicional união de homens e mulheres; pelo simples fato de que só a partir deste modelo a vida pode seguir adiante.

“Uma das necessidades mais profundas dos seres humanos é a de pertencer, de estar em contato, de se sentir unido amorosamente a outras pessoas.

Quando crianças, experimentamos uma grande felicidade ao sentir que pertencemos a nossa família, não importa se a atmosfera é alegre ou tensa. Vivemos essa sensação de pertencimento como uma benção em nosso coração.

Depois crescemos e, como adultos, continuamos pertencendo a nossa família, mas já não experimentamos a doce sensação de pertencer aos nossos pais. Passamos a ter a necessidade de ter essa sensação de pertencimento com outras pessoas, especialmente com um(a) parceiro(a).” – Joan Garriga, no livro “O amor que nos faz bem.”

Como se preparar para casar

Estamos habituados a estudar, nos submeter a testes e estagiar para adquirir e comprovar nossa competência para exercer uma profissão ou iniciar um empreendimento empresarial.

Porém, para o empreendimento mais importante de nossas vidas e das vidas que iremos gerar, que é a constituição de um núcleo familiar, seguimos despreparados.

Desta observação, que inicialmente é da minha própria experiência, seguida de estudos e vivências da constelação familiar criada por Bert Hellinger, nasceu a ideia de disponibilizar informações e mostrar caminhos para te ajudar a compreender os elementos que precisam da devida atenção e cuidados,  tornando possível estabelecer bases sólidas para a tão sonhada união conjugal e formação de uma família.

Quero trazer a você os recursos da Psicoterapia Fenomenológica criada e desenvolvida pelo filósofo e terapeuta alemão Bert Hellinger.

Bert estruturou esta terapia em anos de pesquisas e vivências em relações interpessoais, inter-raciais, gestalt terapia, aconselhamento de casais e outras tantas experiências como religioso em missão na África, entre as tribos Zulus.

Este terapeuta descobriu que todos nós pertencemos a uma alma grupal, e vivemos imersos em sua energia ou campo morfogenético (teoria de Rupert Sheldrake estudada e difundida por Carl Jung). Esta alma ou campo têm leis ou ordens que atuam nos membros de um sistema os conduzindo a um destino mais afortunado ou infortunado dependendo do quanto estas ordens são ou não respeitada.

A constelação familiar amplia nossa percepção de nós mesmos, nossos vínculos e ressignifica os acontecimentos que nos marcaram negativamente, causando bloqueios e traumas. Olhar para nossas origens, valores e experiências de nossos precedentes pode ser de grande valia para seguir a vida de forma mais leve e feliz.

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